A história das coisas

Julho 16, 2008

Qual é a História das Coisas que este vídeo nos conta?

Desde a sua extracção até à venda, uso e disposição, todas as coisas que compramos e usamos na nossa vida afectam as sociedade no nosso país e noutros países, mas a maioria disto é propositadamente escondido dos nossos olhos pelas empresas e pelos políticos. A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, rápido e repleto de factos que olha para o interior dos padrões do nosso sistema de extracção, produção, consumo e lixo. A História das Coisas expõe as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando que estamos a destruir o mundo e a provocar a nossa auto-destruição. Lança-nos o apelo para a criação de um mundo mais sustentável e justo para todos e para o planeta Terra.

Um excelente documentário a não perder. Ver o vídeo>>

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Hoje há reunião

Julho 14, 2008

Amigos

Bom Dia. Deus nos dê a Sua Bênção.

Venho apenas lembrar que vamos reunir 2ª feira, dia 14

Sugestão de Agenda:

  1. Leitura da ACTA  (Em anexo)
  2. Abertura pelo Acácio  e reflexão
  3. Partilha de Informações
  4. Blogue “Núcleo de Diálogo Social ”. Têm-no visto? Têm alguma sugestão a dar ?
  5. Outros assuntos

António Batalha – a audácia de intervir

Julho 11, 2008

A audácia de intervir foi uma das características marcantes de António Batalha. Com base numa consciência profunda do seu compromisso social, tomou várias iniciativas de enviar comunicações a figuras com especiais responsabilidades na Igreja e no Estado.

Por exemplo, em Outubro de 2005, enviou uma carta aos Bispos Portugueses (livro «Décima Onda às  Setenta e Seis Milhas», edição da Fundação João XXIII/Casa do Oeste, págs. 263-265). Aí chama a atenção para alguns problemas, e apresenta algumas propostas. Propõe, nomeadamente, em relação à pastoral da juventude, que sejam renovadas as Estruturas Nacionais e Diocesanas, criados grupos nas paróquias em todo o País onde ainda não existem. Dêem-lhes o nome que quiserem e que achem por bem mas, por amor de Deus, organizem a juventude, salvem a juventude».

Alguns de nós perguntamo-nos se acompanhámos suficientemente o A. Batalha neste esforço militante de intervenção social. Apreciámos e estimulámos as suas iniciativas, mas talvez não as tenhamos ponderado nem subscrito tanto quanto mereciam.

O A. Batalha intuíu que uma vertente indispensável da intervenção social dos cristãos consiste na análise dos problemas, na sua leitura crítica, na emissão de pareceres e na formulação de propostas. Cada grupo da ACR ou de acção social, em articulação com as direcções ou equipas diocesanas, deveria realizar sistematicamente este trabalho. O envolvimento de um maior número de grupos e pessoas poderia contribuir para que os textos se apresentassem com mais consistência e representatividade.

O Núcleo de Diálogo Social (Torres Vedras), do qual o A. Batalha era membro, levou a sério esta linha de acção e, provavavelmente, dar-lhe-á concretização mais ou menos sistemática. Importa resistir à tentação de a considerar inútil ou irrealista, especialmente com base no facto de não ser eficaz e se limitar a aumentar a avalanche de palavras. Ao contrário da demissão perante os problemas, vale a pena estudar os  diferentes assuntos, procurar consensos alargados, apresentar propostas fundamentadas perante as entidades competentes, e continuar a insistir sempre, até ao momento em que sejam tomadas as medidas propostas ou esclarecidos os motivos que justifiquem a sua não adopção.

Existem perspectivas de a ACR e a Cáritas Diocesana de Lisboa passarem a cooperar estreitamente na acção social. Por essa via, tomarão conhecimento mais preciso dos diferentes casos e problemas sociais, desenvolverão actividades conjuntas para as respectivas soluções e poderão intervir, em conjunto, perante as entidades políticas, ou outras, competentes, formulando as propostas consideradas necessárias.

Acácio F. Catarino